Quando ouço um barulho no quarto à noite

Ela gostava de rock. No volume máximo é claro. Aquelas letras, aparentemente agressivos, explicavam sua vida em poucas palavras. Não sabia como, mas, assim que colocasse o fone de ouvido e aumentasse o som no máximo, se sentia melhor. Se sentia completa. Fechava os olhos, e deixava a melodia fazer seu trabalho. Seu corpo balançava na medida do tom da voz do vocalista. E ela pensava. E se inspirava. Pensava em sua vida. Pensava em como iria seguir em frente. Pensava em uma maneira de sobreviver, e continuar respirando. Chega o refrão, seus olhos já se enchem de lágrimas, mesmo não sendo uma música lenta. Aquela letra, aquela melodia, tocava fundo no seu coração. E a deixava nostálgica, mas ao mesmo tempo, a deixava mais forte, mais segura de si mesma. Ela sentia coisas que não conseguia explicar. E, quando o último acorde soava, e a música estava acabando, ela estava satisfeita consigo mesma. O rock tinha um poder sobre si que nenhuma outra música tinha.  

(via soyoursmile)

(via tokinoko)

(via mellonxcollie)

Quem vira “otaku” só pra conquistar alguém nunca foi otaku

watashiwaldesu:

Um tolo, tem medo de ser zombado, ou de zombarem da sua infância, de seus sonhos ou das coisas importantes para ele. E também… de ser chamado de mentiroso. Um tolo está submetido ao medo, pois sempre é honesto consigo mesmo. Também são tolos os humanos que realizam seus desejos. Quando estão com fome, eles comem. Quando querem ler, pegam um livro. Quando choram, procuram por consolo. Eu sou o tipo de tolo com todos esse desejos e medos. E tenho orgulho de ser esse tolo.

L.Lawliet

(via heart--shaped--box)